NILÓPOLIS
Nilópolis é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro. Localiza-se a uma latitude 22º48'27" sul e a uma longitude 43º24'50" oeste.
Seu nome foi dado em homenagem ao presidente da república Nilo Peçanha. Localiza-se onde era a antiga Fazenda São Matheus e até hoje existe a capela de mes...
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Nilópolis é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro. Localiza-se a uma latitude 22º48'27" sul e a uma longitude 43º24'50" oeste.
Seu nome foi dado em homenagem ao presidente da república Nilo Peçanha. Localiza-se onde era a antiga Fazenda São Matheus e até hoje existe a capela de mesmo nome. O município já foi o menor do Brasil. Suas maiores fontes de renda são o comércio e algumas poucas indústrias localizadas pela cidade. A escola de samba Beija-Flor de Nilópolis, campeã do Grupo Especial do Carnaval carioca em 2007, é o maior orgulho de seus cidadãos. A cidade possui um único hospital público municipal: o Hospital Municipal Juscelino Kubitschek
Nilópolis foi parte integrante da capitania hereditária de São Vicente, que pertenceu a Martim Afonso de Sousa, em 1531.
Dividiu-a em sesmarias, doando grande parte a Brás Cubas fundador de Santos, em São Paulo, constando três mil braças por costa do lombo do Salgado e nove mil braças para dentro em o Rio Meriti, correndo pela piaçaba de Jacutinga, habitada pelos índios jacutingas, em 1568.
Nesta sesmaria incluía-se Nilópolis, São João de Meriti, Nova Iguaçu e Duque de Caxias, até às fraldas do Gericinó, que depois foram transformadas em novas sesmarias e grandes fazendas.
Em 1621 esta área denominada Fazenda de São Mateus, veio a pertencer a João Alvares Pereira, com os limites até a cachoeira dos engenhos de Francisco Dutra e André S. Mateus, entre a data da Cachoeira (rio Pioim) até parte da serra da Maxambomba (atual Nova Iguaçu).
Em 1637 João Alvares Pereira manda construir a Capela de São Mateus, no alto da colina de Nilópolis, de barro batido (adobe) pelos índios aqui existentes, já escravizados.
Sucedeu a João Alvares Pereira, Diogo Pereira, certamente seu parente, até o ano de 1700 quando as terras passam a pertencer a Domingos Machado Homem, cujo filho o Padre Matheus, na qual casa a irmã Maria Gaga Machado com o capitão Manuel Pimenta Sampaio, em 1742.
Em 1747 a Capela de São Mateus é elevada a matriz de São João de Meriti, dando origem à cidade, e recebe a visita do Monsenhor Pizzaro em 1788, atestando o uso como curada, portanto, pronta para todos os atos de fé cristã.
Falecendo Domingos Machado Homem, casado com Joana de Barcelos, sucede-lhe o padre Matheus Homem Machado,que continuou a administra-la com engenho e grande produção de açúcar e aguardente que escoava no Porto da Pavuna.
Quando do falecimento do Padre Matheus Homem Machado, do seu testamento constou que a fazenda tinha 1280 braças de terra, que fazem testada no rio Pavuna, que as dividia das terras de Oliveira Braga (engenho Nazareth), correndo aos fundos com o rio chamado Cachoeira Pequena (Maxambomba), que divide as terras do capitão Manuel Correia Vasques; de uma banda partem as terras com o engenho da Pavuna, do capitão Ignácio Rodrigues da Silva e da outra com terras do capitão Manuel Cabral de Mello e do ajudante Ignácio Barcelos Machado.
E, no ano de 1779, seu proprietário é o alferes Ambrósio de Souza Coutinho, e a fazenda atinge seu esplendor com a produção de 30 caixas de açúcar e 14 pipas de aguardente, tendo uma população de 50 escravos sendo a mais importante da região.
O engenho situava-se na atual Rua Antônio José Bitencourt (anteriormente Rua Coronel Júlio de Abreu) esquina da Rua Lúcio Tavares, e que através de um caminho, dava acesso à capela São Mateus, onde residiam e pernoitavam os sucessivos proprietários da área da então fazenda de São Mateus.
Com a inauguração a 29 de março de 1858 da linha de trem da E.F.D Pedro II (atual E.F. Central do Brasil), cortando a fazenda com destino a Queimados, a população nativa foi abandonando as terras, não só devido ao movimento abolicionista como também por novas opções de mão-de-obra devido ao progresso e outras novas atividades.
E as terras da Fazenda São Mateus a partir de 1866, tinham como proprietários os capitalistas do Rio de Janeiro o Conde e o Barão de Bonfim, e por fim, Jerônimo José de Mesquita, que as negociou c
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