NOVA FRIBURGO
Nova Friburgo é uma cidade, sede do município de mesmo nome, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil.
Localizada no Centro Norte-Fluminense, na região serrana, a uma latitude 22º16'55" sul e a uma longitude 42º31'52" oeste, fica a uma altitude de 846 metros[1] e dista 136 km da cidade do Rio de J...
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Nova Friburgo é uma cidade, sede do município de mesmo nome, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil.
Localizada no Centro Norte-Fluminense, na região serrana, a uma latitude 22º16'55" sul e a uma longitude 42º31'52" oeste, fica a uma altitude de 846 metros[1] e dista 136 km da cidade do Rio de Janeiro. Possui uma área de 935,81 km². Compreende os distritos de Riograndina, Campo do Coelho, Amparo, Conselheiro Paulino, Lumiar, São Pedro da Serra e Mury.
Nova Friburgo foi inicialmente colonizada por 261 famílias suíças entre 1819-1820, totalizando 1.686 imigrantes. A cidade foi batizada pelos suíços ganhando o nome de "Nova Friburgo" em homenagem à cidade de onde partiram a maioria das famílias suíças, Friburgo, no Cantão de Friburgo. É também a primeira cidade no Brasil colonizada por alemães, tendo estes imigrantes, cerca de 400, chegado à cidade em 3 e 4 de maio de 1824, dois meses antes de São Leopoldo (Rio Grande do Sul). Quem nasce na cidade é chamado de Friburguense.
Sua população estimada em 2006 era de 178.102 habitantes (vide população abaixo). As principais atividades econômicas são baseadas em: indústria de moda íntima, olericultura, caprinocultura e indústria (têxteis, vestuário, metalúrgicas e turismo).
Em 16 de maio de 1818 o Príncipe-Regente D. João VI, sentindo a necessidade de uma colonização planejada, a fim de promover e dilatar a civilização do Reino do Brasil, baixou um Decreto que autorizou o agente do Cantão de Friburgo, na Suíça, Sebastião Nicolau Gachet, a estabelecer uma colônia de cem famílias suíças na Fazenda do Morro Queimado, no Distrito de Cantagalo, localidade de clima e características naturais idênticas às de seu país de origem.
Foi nomeado inspetor da projetada colônia Monsenhor Pedro Machado de Miranda Malheiros, que, de imediato, tratou da aquisição dos terrenos necessários à dita empresa; adquiriu duas datas de terra com meia légua de testada cada uma, pertencentes a Manoel de Souza Barros e a José Antônio Ferreira Guimarães, e também a sesmaria chamada Morro Queimado, que pertencera a Lourenço Correia Dias, na qual, mercê de seu clima ameno e da sua situação topográfica, foi instalada a sede da colônia que tomou o nome de Nova Friburgo.
Em 1819-1820 chegavam a Nova Friburgo 261 famílias de colonos suíços, 161 a mais do que havia sido combinado nos contratos, formando-se assim o núcleo inicial da povoação. Sabendo o quão promissora era a cooperação desses estrangeiros para com a nova pátria, o Governo Real subscreveu, a 3 de janeiro de 1820, um Alvará elevando Nova Friburgo à categoria de Vila, desmembrando para isso suas terras das de Cantagalo. A instalação da Vila deu-se a 17 de abril desse mesmo ano.
Após a proclamação da Independência do Brasil (1822), o Governo Imperial enviou o Major George Antônio Scheffer à Alemanha a fim de ali contratar a vinda de imigrantes para as colônias de Leopoldina e Frankenthal estabelecidas na então Província da Bahia desde 1816, às margens dos rios Caravelas e Viçosa. Por motivos ignorados esses colonos acabaram sendo enviados a Nova Friburgo, onde chegaram a 3 e 4 de maio de 1824; eram 80 famílias - encabeçadas pelo Pastor Frederico Sauerbronn - que foram carinhosamente recebidas por Monsenhor Miranda, então readmitido no cargo de Inspetor, do qual se exonerara. Esse sistema especial de administração da colônia por intermédio de um Inspetor designado pelo Governo Imperial vigorou até 1831; a partir desse ano a jurisdição passou a ser superintendida pela Câmara da Vila, a exemplo das outras localidades brasileiras.
Finalmente, a 8 de janeiro de 1890, Nova Friburgo foi elevada à categoria de Cidade, tendo sua população aumentado com a chegada de imigrantes italianos, portugueses e sírios.
A partir de 1910, Nova Friburgo que até então devia o seu progresso ao desenvolvimento da agricultura e ao seu clima seco ideal para cidade de veraneio, viu chegar vários cidadãos de iniciativa, tais como Conselheiros Julius Arp, Maximilian Falck e William Peac
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