AMERICANA
Americana é um município brasileiro do estado de São Paulo e microrregião de Campinas, fundada em 27 de Agosto de 1875. Estando a uma altitude de 545 metros, Americana é hoje o centro de um município com 133,6 km² e 203.845 habitantes.
Privilegiada por sua localização, e mais ainda por sua quali...
Leia Mais
Americana é um município brasileiro do estado de São Paulo e microrregião de Campinas, fundada em 27 de Agosto de 1875. Estando a uma altitude de 545 metros, Americana é hoje o centro de um município com 133,6 km² e 203.845 habitantes.
Privilegiada por sua localização, e mais ainda por sua qualidade de vida, Americana é hoje um importante foco de investimento nacional e internacional. Com mão-de-obra qualificada em diversos setores, o município destaca-se como um dos principais pólos fabricantes de tecidos planos de fibras artificiais e sintéticas da América Latina.
Americana ocupa o 5º lugar em IDH na Região Metropolitana de Campinas e o 19º no estado de São Paulo
Em 2005, Americana aderiu ao programa do Greenpeace, Cidade Amiga da Amazônia, que visa a adoção de leis locais pela prefeitura para evitar o consumo de madeira amazônica de origem ilegal nas licitações públicas
Os primeiros registros sobre a ocupação do território de Americana datam do final do século XVIII quando Domingos da Costa Machado I adquiriu uma sesmaria da coroa entre os municípios de Vila Nova da Constituição, atual Piracicaba, e Vila de São Carlos, atual Campinas. Nesta região surgiram varias fazendas, mas as que ganharam maior projeção foram a Fazenda Salto Grande e a Machadinho (esta última da qual surgiu a vila que deu origem a Americana). Parte desta sesmaria, que incluía a Fazenda Machadinho, foi vendida por Domingos da Costa Machado II, para Antônio Bueno Rangel. Apos a morte deste, ela foi dividida entre seus filhos José e Basílio Bueno Rangel, tendo parte dela posteriormente sido vendida ao capitão da Guarda Nacional Ignácio Corrêa Pacheco. [1] [2] [3]
Em 1866, as terras da região começaram a ser efetivamente povoadas por imigrantes norte-americanos. Em especial pelo senador William Hutchinson Norris, que adquiriu terras próximo a casa sede da Fazenda Machadinho e do Rio Quilombo para instalar seus compatriotas sulistas, fugidos da Guerra da Secessão. Formaram-se então na região vários núcleos habitacionais de famílias norte-americanas. O que deu origem à cidade de Americana se formou quando o imperador Dom Pedro II no ano de 1875 fundou uma estação de trem nas terras da Fazenda Machadinho defronte com a casa-sede da fazenda. A ocasião ainda contou com a presença do Conde d'Eu, marido da Princesa Isabel. A estação foi balizada como Estação de Santa Bárbara
Em seguida o capitão Inácio Correia Pacheco loteia as terras em torno da estação, mas não existe uma informação oficial de quando se iniciou o loteamento, então considera-se como marco da fundação a inauguração da estação no dia 27 de Agosto, e seu fundador o capitão Inácio Correia Pacheco.
O nome da cidade vem do fato dos lotes terem sido comprados em sua maioria por famílias norte-americanas, e por isso a vila passou a ser conhecida popularmente como vila dos americanos, mas não era um nome oficial. O problema era o nome da estação, porque quando alguém mandava uma carta para um morador da vila da estação de santa bárbara, a carta ia para a cidade de Santa Bárbara. Este pequeno problema postal foi o motivo do nome da estação ter mudado no ano de 1900, para Estação de Villa Americana. Com isso, o nome da vila também foi oficializado como Villa Americana. [1] [2] [3]
Com uma altitude média de 528,5 metros o território do município é levemente acidentado, sem elevações expressivas, apresentando as características da parte planáltica denominada depressão periférica paulista.
Resumir
fonte: