Itapira, SP
Itapira é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 22º26'10" sul e a uma longitude 46º49'18" oeste, estando a uma altitude de 643 metros. Sua população estimada em 2004 era de 66.861 habitantes.
A partir do século 18 já existiam alguns moradores em nossa região, cujos descendentes chegariam a se destacar no primeiro quartel do século 19, através das figuras de dois cidadãos: João Gonçalves de Moraes e Manoel Pereira da Silva, aclamados os fundadores da primitiva Itapira, cujo primeiro nome era "Macuco?. João G. de Moraes possuindo vasta porção de terras na localidades, fez doação de uma parte delas para a igreja e doou também uma imagem de Nossa Senhora da Penha, que recebera de herança de seus pai, para a população venerar como padroeira do lugar, a qual foi colocada em uma capelinha construída de pau-a-pique e inaugurada a 19 de março de 1824, quando capelão padre Antonio de Araújo Ferraz celebrou a primeira missa. É registrado que a 24 de outubro de 1823 teve início a derrubada de um capão de mato,no alto do espigão das terras de Moraes para ali ser erguida a capelinha. João Gonçalves de Moraes foi casado ...
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Itapira é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 22º26'10" sul e a uma longitude 46º49'18" oeste, estando a uma altitude de 643 metros. Sua população estimada em 2004 era de 66.861 habitantes.
A partir do século 18 já existiam alguns moradores em nossa região, cujos descendentes chegariam a se destacar no primeiro quartel do século 19, através das figuras de dois cidadãos: João Gonçalves de Moraes e Manoel Pereira da Silva, aclamados os fundadores da primitiva Itapira, cujo primeiro nome era "Macuco?. João G. de Moraes possuindo vasta porção de terras na localidades, fez doação de uma parte delas para a igreja e doou também uma imagem de Nossa Senhora da Penha, que recebera de herança de seus pai, para a população venerar como padroeira do lugar, a qual foi colocada em uma capelinha construída de pau-a-pique e inaugurada a 19 de março de 1824, quando capelão padre Antonio de Araújo Ferraz celebrou a primeira missa. É registrado que a 24 de outubro de 1823 teve início a derrubada de um capão de mato,no alto do espigão das terras de Moraes para ali ser erguida a capelinha. João Gonçalves de Moraes foi casado com Maria Alves Leme, que lhe deu quatro filhos: Pedro,
Manoel, Antonio e Francisco. Não há registros certos das datas de seu nascimento e sua morte.
Manoel Pereira, pessoa de confiança de João G. de Moraes, foi o co-fundador de Itapira. Sendo ainda, o "primeiro protetor e procurador" da imagem da padroeira Nossa Senhora da Penha,conforme um documento deixado pelo próprio João Gonçalves de Moraes. Também era proprietário de grande área de terras e deixou numerosa descendência.Seu pai(ou avô)parece ter chamado Manoel Pereira Velho.Consta, ainda, que se casou duas vezes,a primeira com Maria Antonia Pereira da Silva e a segunda com Maria Isabel Pereira da Silva.Também não há dados concretos sobre as datas de seu nascimento e morte.
Logo, a evolução de Macuco teria um marco: a chegada do rico fazendeiro João Baptista de Araújo Cintra, em 1840. A ele, membro de tradicional e abastada família de fazendeiros nas cidades de Atibaia, Bragança Paulista e Amparo, se deve a abertura de fazendas e início da cultura de café, além da construção da câmara,da cadeia e de uma igreja matriz de grande porte, templo que serviu a nossa população durante um século, até 1955 quando foi demolida. Pelo seu pioneirismo foi agraciado com o título de Comendador da Ordem da Rosa. Recebeu o imperador D. Pedro II e a imperatriz Thereza Cristina, em sua residência, quando o monarca aqui esteve em 27 de outubro de 1886. O Comendador João Cintra, nascido em Atibaia em 1805, era filho do alferes Jacinto José de Araújo Cintra e Maria Francisca Cardoso, tendo se casado em 1828 com sua sobrinha Maria Jacinta de Araújo Cintra. Morreu em Itapira com avançada idade, antes do fim do século, deixando numerosa descendência.
Outra data expressiva é a de 8 de fevereiro de 1847 quando pela Lei Provincial nº1, sancionada pelo presidente da província de São Paulo, Manoel da Fonseca Lima e Silva, era elevada a freguesia a até então Capela Curada de Nossa Senhora da Penha. Em 1858 era assinada pelo presidente da província de São Paulo, José Joaquim Torres, a Lei nº 4, criando Vila de Nossa Senhora da Penha, cuja instalação solene se deu a 20 de setembro desse mesmo ano, juntamente com a posse dos primeiros vereadores, os quais haviam sido eleitos a 7 de setembro, sendo o primeiro presidente da câmara o tenente-coronel Francisco Lourenço Cintra.
Em 20 de abril de 1871, a Lei Provincial nº41, dava a denominação de Penha do Rio do Peixe à nossa localidade, ainda Vila de Nossa Senhora da Penha. A essa Lei o governo da província atendeu um pedido da câmara. Através da portaria assinada pelo presidente da província, Conselheiro Laurindo Abelardo de Brito, datada de 17 de outubro de 1879, a Vila da Penha do Rio do Peixe era elevada a categoria de Termo, sendo criado o Foro Civil e Conselho de Jurados, cuja instalação deu a 8 de n
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Fonte: Wikipedia